Emancipação

Emancipação

Internacionalistas

Trajetória

DESENVOLVIMENTO DE «EMANCIPAÇÃO»

2020

II Congreso de Emancipación

Em breve

Um novo congresso para fazer um balanço do nosso primeiro ano de trabalho e orientar o crescimento no próximo.

2020

La Antorcha

Espanha

«La Antorcha», uma organização de jovens internacionalistas com os quais estamos ligados por uma base comum de posições, é formada.

2019

Communia

Japão, EUA

Iniciamos a publicação do nosso blog semanal em inglês.

O NASCIMENTO DE «EMANCIPAÇÃO»

2019

I Congresso de Emancipação

21, 22 e 23 de Junho de 2019

«Emancipação» é constituída como organização política mundial e internacionalista.

2019

Conferência Organizacional

Barcelona, Bilbao, Granada, Madrid, Miami, Sapporo, Valladolid,

As diferentes iniciativas se reúnem para preparar uma conferência política que constituirá «Emancipação» como organização política única.

PROCESSO DE REORGANIZAÇÃO

2018

Liga Emancipación

Granada, Vallodolid (Espanha)

Constituída em Granada e Valladolid, a primeira organização da península que reivindica a continuidade da esquerda comunista espanhola desde os anos 90.

2017

Nuevo Curso

Madrid

Primeira publicação em espanhol desde 1993 em continuidade com as posições do FOR. A sua publicação é feita diariamente, tomando posições e analisando a actualidade

2017

Escola de marxismo

Madrid, Espanha

Começa uma série de seminários sobre a reapropriação dos fundamentos do marxismo, da revolução espanhola e da história da tendência internacionalista na Espanha, Argentina, Uruguai, Chile e Brasil. Começa tanbem a recuperação do arquivo histórico da nossa tendência, de 1920 a 1993.

2011-18

FOR Continuité

París, França

Os últimos militantes do FOR começam a promover na Internet a reconstituição do grupo a partir das posições históricas da tendência. Começa a republicação dos conteúdos de «Alarme» e «Alarma» junto com novos textos.

NOSSA TENDÊNCIA

1958-2010

Fermento Operário Revolucionário (FOR)

ESPANHA, EUA, FRANÇA, GRÉCIA, ITÁLIA

Foi reorganizado internacionalmente em 1958 sob a sigla FOR («Fomento Operaio Revolucionário»), organizando-se nos anos 60 a 90 seções na França, Espanha, Itália, Grécia e EUA. Nesta fase é central a crítica à libertação nacional – já iniciada na década de 1930 pela esquerda comunista na Argentina – e ao papel dos sindicatos no capitalismo de Estado, iniciada na década de 1940 na UOI. Em 1961 a FOR publica o «Por um Segundo Manifesto Comunista », um texto fundamental de balanço da experiência revolucionária sob as condições do capitalismo decadente.

1948-58

União Operaia Internacional (UOI)

ALEMANHA, ESPANHA, FRANÇA, ITÁLIA, VIETNAME

Em 1949 constituiu-se como o «União Operaria Internacional», agrupando as secções e facções internacionalistas em ruptura com a política de rendição de la Internacional. Entre elas, as duas seções que viveram as duas revoluções características do período – a espanhola e a vietnamita – e as frações e grupos da extinta Internacional que participaram das tentativas da classe de transformar a guerra imperialista em uma guerra civil revolucionária na Grécia, França, Alemanha e Itália. Suas bases reconhecem a Rússia estalinista e seus satélites como capitalismos de Estado e rejeitam a «defesa da URSS» estalinista, a possibilidade de libertação nacional progressiva e, em geral, o caráter progressista de qualquer aliança com as facções burguesas. Iniciam a crítica da união como uma estrutura integrada ao capitalismo de Estado e são o único grupo internacionalista a manter uma estrutura militante sob as condições da repressão da ditadura franquista.

1943-48

IVª Internacional

Paris, 1938

Fundou a Quarta Internacional em 1938, aberto o caminho para uma nova guerra mundial por a capitulação sem luta da Internacional contra o nazismo em 1933 e, especialmente, após a derrota da Revolução Espanhola em 1937, em que o estalinismo assumiu pela primeira vez o papel de força motriz e diretiva da contra-revolução.

A partir de 1942 lutou contra o centrismo na Quarta Internacional, denunciando a renúncia ao derrotismo revolucionário do Secretariado Internacional e a traição do internacionalismo por parte dos partidos membros que apoiam as «resistências nacionais». É preciso uma política independente da liderança centrista em 1944, apelando para a conversão da guerra imperialista em guerra civil revolucionária e denunciando o caráter imperialista da ocupação militar russa nos países da Europa Oriental. A ruptura é formalizada no segundo congresso da Internacional (1948).

1929-38

Esquerda Comunista Internacional

Paris, 1930

A nossa tendência nasce impulsionada pela oposição de esquerda russa na luta contra a degeneração da Internacional. Constitui frações externas da esquerda com o objetivo de recuperar os partidos Komintern e incorpora diferentes tendências -muitos deles fundadores dos diferentes partidos nacionais- na construção de uma perspectiva mundial de classe.

Proletários de todos os países, uni-vos, suprimam exércitos, polícia, produção de guerra, fronteiras, trabalho assalariado!